A flor de Lótus é uma das mais antigas e simbólicas flores do mundo,
utilizada como símbolo de criação e fertilidade,
e venerada no Antigo Egito, na Índia, na China e no Japão
como símbolo de pureza, uma vez que nasce imaculada
das águas mais lamacentas.
Suas pétalas se abrem de manhã e se fecham ao por do sol,
representando o nascimento e a luz que emerge do oceano cósmico,
enquanto a flor aberta simboliza o potencial humano
e sua haste, o cordão umbilical que liga o homem a suas raízes.
No budismo, por exemplo, as águas sujas representam a ignorância
e a cansativa roda da morte e do nascimento,
enquanto que a haste simboliza a doutrina budista básica
se erguendo no meio da ignorância, elevando-se
de sua natureza inferior.
Assim, a flor aberta significa o estágio de iluminação.
utilizada como símbolo de criação e fertilidade,
e venerada no Antigo Egito, na Índia, na China e no Japão
como símbolo de pureza, uma vez que nasce imaculada
das águas mais lamacentas.
Suas pétalas se abrem de manhã e se fecham ao por do sol,
representando o nascimento e a luz que emerge do oceano cósmico,
enquanto a flor aberta simboliza o potencial humano
e sua haste, o cordão umbilical que liga o homem a suas raízes.
No budismo, por exemplo, as águas sujas representam a ignorância
e a cansativa roda da morte e do nascimento,
enquanto que a haste simboliza a doutrina budista básica
se erguendo no meio da ignorância, elevando-se
de sua natureza inferior.
Assim, a flor aberta significa o estágio de iluminação.
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