Não consigo mais conter
o potro da juventude
que reencarnou
em meu corpo 66,
quase 67;
Vou soltar as rédeas,
atiçar as feras...
que a morte espere
até eu viver
um amor forte,
que me mate a cada dose;
que me faça feliz
até mesmo
diante da morte.
o potro da juventude
que reencarnou
em meu corpo 66,
quase 67;
Vou soltar as rédeas,
atiçar as feras...
que a morte espere
até eu viver
um amor forte,
que me mate a cada dose;
que me faça feliz
até mesmo
diante da morte.
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