"A consciência associada à alma é mais repousada,
menos intencionalizada que a consciência
associada as fenômenos do espírito.
Nos poemas manifestam-se forças
que não passam pelos circuitos de um saber.
As dialéticas da inspiração e do talento
tornam-se claras quando consideramos
seus dois pólos: a alma e o espírito.
Em nossa opinião, alma e espírito
são indispensáveis para estudarmos
os fenômenos da imagem poética
em suas diversas nuanças,
para que possamos seguir sobretudo
a evolução das imagens poéticas
desde o devaneio até a sua execução.
Por si só, o devaneio é uma instância psíquica
que muitas vezes se confunde com o sonho."
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