Olha para tuas feridas
Avalie a tua dor.
Não fuja da realidade
E descubra a origem
Da tua amargura;
De frente,
Sem subterfúgios,
Despedida de ilusões
Que te impedem ver
O que existe de vedadeiro e belo
No universo de teu ser.
tTeus devaneios
É o que até hoje
Te faz imersa
No teu próprio abismo.
Que criaste com teus medos,
Com tuas dúvidas
Imobilizada em cima de muros.
Tu não consegues admitir
A tua própria culpa
Por não ter aprendido
A separar o jóio do trigo,
Por ter olhar tudo
Somente com teus olhos carnais
Impedindo que tu pemitas
Que os olhos do teu coração
Vislumbre atrasvés das janelas
Da tua alma cristã
A senda espiritual
De Jusus Cristo,
O caminho, a verdade e a vida,
resolutos, seguros, iluminados..
Do meu livro de poesias lançado em 1988
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