Liberto-me de todas as mentiras do mundo;
Liberto-me das trevas densas das maldades.
Liberto-me da minha própria escravatura;
Liberto-me do ventre das inverdades.
Liberto-me de todas as ilusões áridas
Que nadam produzem além de dor e luto;
Liberto-me de tudo quanto apodrece, enferruja .
Liberto-me da minha própria escravatura.
Liberto-me da terra repleta de túmulos;
Liberto-me das promessas dos céus
Que só aparece cheio de nuvens; nunca
Consigo vê-lo repleto de almas em festas.
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