domingo, 18 de abril de 2021

ENTRE ETERNIDADES.

 "O homem vive e morre muitas vezes

Entre as suas duas eternidades,

A da raça e a da alma,

E a antiga Irlanda  conhecia tudo isto.


Quer o homem morra em seu leito

Ou com um tiro de espingarda,

Uma breve separação daqueles a quem ama

É o pior que tem a temer.


Embora o trabalho o trabalho dos coveiros seja longo,

Afiadas as suas  pás, fortes os seus músculos,

eles nada mais fazem do que enviar estes homens

De volta uma vez mais à mente humana".

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