quinta-feira, 21 de dezembro de 2023

A FELICIDADE E SERENIDADE DE CRISTO.

 Desejo aos meus familiares, parentes, amigos 

e a todos os irmãos e irmãs  que estão  percorrendo

a senda espiritual do caminho, da verdade e da vida 

de Jesus Cristo; buscando  Nele mais luz, harmonia e paz

 para vivermos neste Planeta com mais compreensão

de que  a vida de cada um de nós é uma dádiva sagrada de Deus,

o qual, além de nos criarmos, 

criou a natureza, o universo  repletos de seres, 

de tudo quanto precisamos  para vivermos em abundância e felizes.

Desejo que todos nós possamos viver com a felicidade e serenidade de Cristo.



Cristo teve um nascimento indigno,

 e os animais foram suas primeira visitas.

Provavelmente, até as crianças mais pobres

têm um nascimento mais digno do que ele.


Quando tinha dois anos, deveria estar brincando,

mas atravessava grandes problemas.

Era perseguido de morte por Herodes.

Dificilmente uma criança frágil e inocente

foi tão perseguida como ele.


Fugiu com seus pais  para o Egito,

fez longas jornadas desconfortáveis

a pé ou no lombo de animais.

Cristo tinha uma inteligência incomum

para um adolescente ,

sendo admirado aos doze anos

por intelectuais da época.

Todavia, tornou-se um carpinteiro,

tendo que labutar  para sobreviver.


Quando manifestou seus pensamentos ao mundo,

causou grande turbulência.

Foi amado por muitos, mas na mesma proporção

foi perseguido, rejeitado e odiado pelos homens

que detinham o poder político e religioso de sua época.


Foi incompreendido, rejeitado, esbofeteado, cuspido;

foi ferido física e psicologicamente.

Cristo tinha todos os motivos para ser 

tenso, irritado, angustiado, revoltado.


Em vez disso, expressava tranquilidade ,

capacidade de amar, de tolerar, de superar

seus focos de tensão e, como disse,

até de fazer poesia da sua miséria.


Cristo, apesar de passar por tantas dificuldades

ao longo de sua vida, era uma pessoa alegre.

Talvez não manifestasse largos e fartos sorrisos,

mas era  alegre no seu interior

Logo antes de seu martírio, manifestou

que seus discípulos deveriam provar

da alegria que ele possuía, da alegria completa.


Muitos têm bons motivos para ser felizes,

mas estão sempre insatisfeitos.

com o que são e possuem.


Todavia, Cristo, apesar de todos os motivos

para ser uma pessoa triste,

se mostrava  feliz e sereno.

Do livro Análise da Inteligência de Cristo,

o Mestre dos Mestres, de Augusto Jorge Curiy.



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