segunda-feira, 11 de dezembro de 2023

O AMOR E O PERDÃO.

 "Cristo propunha que seus discípulos 

perdoassem uns aos outros,

que se libertassem dos sentimentos

de culpa e que tivessem uma vida

 emocional suave, tranquila,

que só uma pessoa que  perdoa

tanto os outros como a si mesmo

pode ter.


A psicologia de Cristo era profunda;

o amor e o perdão se entrelaçavam.

Era de fato uma psicologia transformadora,

e não reformadora moralista.

Ele dizia que tinha vindo para perdoar,

para aliviar o peso da existência

e tornar a vida mais complacente,

tolerante e emocionalmente serena.


Encorajava os seus discípulos

a observarem a vida dele

e  a tomá-la como modelo existencial.

Por isso, dizia: Aprendei de mim,

pois sou manso e humilde de coração.


Cristo desejava aliviar a emoção 

do peso das mágoas, dos rancores;

dos complexos de inferioridade,

dos sentimentos de culpa e autopunição.


Apesar de ter todos os motivos

para seer rígido e até julgar as pessoas,

nele só havia espaço para o perdão,

que não é um sinal de fraqueza,

ma de grandeza emocional.

PERDOAR É A ARTE DE AMAR.


Na escola da existência de Cristo,

perdoar uns aos outros é fundamental."


Do livro de Augusto Cury, Análise da Inteligência de Cristo.



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