"Cristo propunha que seus discípulos
perdoassem uns aos outros,
que se libertassem dos sentimentos
de culpa e que tivessem uma vida
emocional suave, tranquila,
que só uma pessoa que perdoa
tanto os outros como a si mesmo
pode ter.
A psicologia de Cristo era profunda;
o amor e o perdão se entrelaçavam.
Era de fato uma psicologia transformadora,
e não reformadora moralista.
Ele dizia que tinha vindo para perdoar,
para aliviar o peso da existência
e tornar a vida mais complacente,
tolerante e emocionalmente serena.
Encorajava os seus discípulos
a observarem a vida dele
e a tomá-la como modelo existencial.
Por isso, dizia: Aprendei de mim,
pois sou manso e humilde de coração.
Cristo desejava aliviar a emoção
do peso das mágoas, dos rancores;
dos complexos de inferioridade,
dos sentimentos de culpa e autopunição.
Apesar de ter todos os motivos
para seer rígido e até julgar as pessoas,
nele só havia espaço para o perdão,
que não é um sinal de fraqueza,
ma de grandeza emocional.
PERDOAR É A ARTE DE AMAR.
Na escola da existência de Cristo,
perdoar uns aos outros é fundamental."
Do livro de Augusto Cury, Análise da Inteligência de Cristo.
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