Andamos sem rumo, moribundos
E achamos que somos vivos.
Andamos com medo e angústia,
Rastejamos como répteis
Sobre a matéria suja de sangue.
Andamos como máquinas,
Como seres sem graça, sem alma.
Andamos na ferrugem, nas cinzas
Da sociedade cínica,injusta, violenta.
Andamos apressados, sem tempo
Cada vez mais estressados, violentos.
Andamos sem paz, sem amor
E já estamos mortos em vida.

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