Sinos antigos de templos em ruínas,
Imóveis na ferrugem que os devoram
Ainda assim aos sopros dos ventos
E dos toques suaves dos pássaros
Que neles pousam em pausa de vôos,
Emitem sons breves e derradeiros
Que aos ouvidos aguçados de anjos
Fazem nascer novos poetas, novos poemas
E novos homens inspirados por Deus
Para erguer novos templos
Com novos sinos e novos crentes:
CRER, ORAR E VIGIAR NESTES TEMPOS
MAIS DO QUE NUNCA É PRECISO.

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