Já dentro de sua última morada:
Estreita urna de madeira frágil
E diante da cova-terra rasa,
ousa, insiste manter seus olhos
Voltados para os céus
Mesmo já inertes, fechados,
Insinuando aos viventes
Com olhos abertos
Porém em lágrimas
Que o paraíso pertence
Aos mortos.
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