Voltemos à infância.
O porão da inocência
Contem alguma sobra
De bom humor e justiça.
Voltemos ao tempo no qual
A fantasia governava a realidade,
Hoje lavadamente vergonhosa.
Voltemos a nós
Cujo passado guardou a criança
Que é bem melhor
Do que teu ser adulto e feio.
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